Acordei com a luz do sol filtrando pela cortina e o som distante das ondas. O espaço ao meu lado na cama estava vazio, mas o calor ainda permanecia. Antes que eu pudesse me perguntar onde Carlos estava, ouvi o som da porta se abrindo. Ele entrou com um sorriso no rosto, segurando uma sacola elegante.
– Bom dia, dorminhoca – disse ele, aproximando-se da cama e me beijando suavemente na testa.
– Onde você foi tão cedo? – perguntei, curiosa.
Ele ergueu a sacola e me entregou. Dentro, havia um vest