APRIL
Gabriel nos conduziu até um iate de luxo, digno das páginas de uma revista, e eu não conseguia acreditar no que via. Era o iate mais lindo que eu já tinha visto em toda minha vida. Ao entrarmos, fomos recebidos por uma moça com um uniforme elegante e um sorriso simpático.
— Bem-vindos ao iate Perséfone, senhor e senhora Salvatore — ela disse com uma voz suave e calorosa. Vou fingir que não ouvi o “senhora Salvatore”, apesar de me arrancar um sorriso tímido.
— Eu me chamo Âmbar e estarei à