Fernanda
Assim que recobramos o fôlego falei:
— Por que você faz isso? — disse a ele ainda entorpecida pelo momento.
— Fazer o que? Te dar prazer? — ele respondeu me olhando com a cara mais safada do mundo e com uma certeza de que realmente tinha me dado prazer.
— Seu convencido! — falei baixando a guarda e sorrindo para ele que também sorria.
Começamos a conversar, falamos de mim, da minha vida, do meu trabalho. Dele falamos pouco, percebi que ele é muito fechado e sorri pouco, mas quando