O motor do SUV ainda roncava quando freei bruscamente na porta da L’Infernno. O letreiro em neon vermelho parecia zombar da minha cara. Vittorio saltou do banco do passageiro antes mesmo que o veículo parasse completamente, e Luca veio logo atrás, com a mandíbula tão travada que parecia prestes a quebrar. Os seguranças da entrada, reconhecendo o carro e as nossas expressões, nem ousaram pedir identificação. Eles apenas abriram caminho, engolindo em seco.
Entramos na balada como uma força da na