Não aqui, não agora...
Alexandre
Eu dirigia com um entusiasmo impossível de disfarçar. O sol da manhã atravessava o para-brisa, dourando com suavidade o rosto da Jaqueline, que sorria ao meu lado. Era o grande dia. Enfim colheriam o sangue dela para o exame que revelaria o sexo dos bebês. Meu coração batia acelerado, numa mistura de ansiedade e felicidade.
Aproveitei que o sinal havia fechado e segurei a mão dela com firmeza, entrelaçando nossos dedos e levei até os meus lábios para um beijo suave.
– Amanhã, coelhinha