Pamela
Saímos da sala da Mona Lisa, e eu ainda estava meio fora de mim. Meus olhos ardiam de tanto chorar, mas o coração estava leve, cheio de uma sensação que eu não conseguia explicar. Caleb caminhava comigo pelos corredores imensos do Louvre e eu segurava firme a mão dele, como se fosse meu porto seguro naquela imensidão.
— Quer ver mais? — ele perguntou, olhando para os lados, onde esculturas gigantescas e corredores intermináveis se espalhavam.
— Quero — respondi sem pensar. — Eu não quero