Vamos para a Suiça

Pamela

Saímos da sala da Mona Lisa, e eu ainda estava meio fora de mim. Meus olhos ardiam de tanto chorar, mas o coração estava leve, cheio de uma sensação que eu não conseguia explicar. Caleb caminhava comigo pelos corredores imensos do Louvre e eu segurava firme a mão dele, como se fosse meu porto seguro naquela imensidão.

— Quer ver mais? — ele perguntou, olhando para os lados, onde esculturas gigantescas e corredores intermináveis se espalhavam.

— Quero — respondi sem pensar. — Eu não quero que esse dia acabe nunca.

Ele sorriu daquele jeito que sempre me deixa com as pernas bambas e seguimos. Vimos esculturas gregas, salas enormes cheias de quadros que pareciam mais janelas para o passado do que simples pinturas. Eu tentava absorver tudo, mas confesso que já estava cansada. Meus pés doíam, mas meu coração estava em festa.

Depois de quase duas horas andando, Caleb olhou para o relógio e soltou um suspiro.

— Pamela… — ele começou, com aquele tom que eu já conhecia. Algo vinha aí. —
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