Caleb
A porta do quarto nem tinha fechado direito quando ela veio até mim, ainda segurando o roupão no corpo, o rosto corado, os olhos brilhando daquele jeito que sempre destrói minha sanidade.
Ela encostou a boca na minha, suave primeiro… e depois mais firme, como quem mata uma saudade proibida.
— Já faz um tempo que a gente não brinca… — ela sussurrou contra minha boca.
Meu peito apertou.
Eu ri baixo, daquele jeito que só ela arranca de mim.
— Eu tava morrendo de saudade de você, amor.
E aí a