Caleb
Eram quase três da manhã quando senti Pamela se mexendo ao meu lado. Primeiro, pensei que ela só estivesse se virando, mas logo veio o empurrãozinho de leve no meu braço.
— Caleb... — ela murmurou, com aquela voz manhosa que eu já sabia que significava problema.
Abri um olho, meio grogue. — Hm? O que foi, amor?
Ela se sentou na cama, o cabelo bagunçado e o olhar sério, como se estivesse prestes a resolver um grande dilema da vida.
— Eu tô com vontade.
— Vontade de quê? — perguntei, já com