Dalila soltou uma gargalhada zombeteira, encarando Joana como se visse um verme sem importância. Sem pressa, puxou uma cadeira e sentou de frente para Joana, o sorriso confiante e frio fixo em sua boca.
— Pense, Joana. Todos acreditam que fomos sequestradas — respondeu afastando nervosamente uma mecha acobreada para trás da orelha. — Direi que escapei, mas, ao não conseguir te salvar do cativeiro, resolvi buscar ajuda. Em prantos e súplicas, indicarei em que local ficamos, mas, quando chegarem