Com o corpo emaranhado ao da noiva, o lençol fino sobre as peles suadas, Maximiliano deslizava os dedos pela sedosa face feminina, serenamente tentando apagar as preocupações que insistiam em perturba-la por causa do que foi dito no jantar na casa dos pais.
— Porque tem tanto medo? O que ela pode fazer? — A beijou carinhoso, garantindo com firmeza. — Nada.
— Não a conhece. É má e mentirosa — contou indignada com tudo que a irmã já fizera e prometeu fazer. — É capaz de todo tipo de artimanha pa