— Não, por favor… me deixa ir, eu te imploro… — eu implorava ao homem, mas ele não me dava ouvidos. Tentei me levantar da cama e ir até a porta, bati nas paredes tentando encontrá-la, sem sucesso. O homem, ao me ver agir de forma tão desesperada, soltou uma gargalhada alta.
— Pombinha… você fica tão adorável tentando achar a porta, mas tenho que te dizer: está procurando no lugar errado — disse ele, caminhando com passos largos até mim. — Vem… não resista. A noite é longa. Vamos nos divertir. P