Voltei meu olhar para Frieda, que organizava as coisas com movimentos rápidos, mas quase automáticos, como se estivesse no piloto automático.
— Frieda, está tudo bem? — Perguntei, tentando soar gentil.
Ela se virou para mim, a expressão calma, mas sem nenhuma emoção real. — Sim, senhora.
— Pode me chamar de você.
Ela hesitou por um momento antes de responder. — Está bem, senhora.
— Você está bem mesmo? Não parece... confortável.
— Estou, sim. Vou terminar aqui e ajudar no café.
— Não precisa. E