Analia n
Eu chorei. No fundo, bem no fundo, sabia que Krampus era diferente do que eu imaginava. Ele era melhor do que os pesadelos que construí sobre ele, melhor do que o medo que me paralisava. Mas, ainda assim, eu estava perdida. Perdida em um mundo que não era meu, em sentimentos que eu não sabia como nomear.
Mesmo assim, busquei o calor do corpo dele, era instintivo. O corpo de Krampus, o temível Krampus, era meu refúgio naquela noite fria. Ele me acolheu, e, naquele momento, sua presença