Krampus se ajoelhou diante da cama, seus olhos brilhando como brasas enquanto ele me observava. Senti meu rosto esquentar, a timidez me dominando completamente. Tentei instintivamente fechar as pernas, mas a voz dele veio firme, mas sem ser ameaçadora.
— Eu mandei não fechar as pernas, Analia... Preciso amarrar você?— Ele inclinou a cabeça, os olhos fixos em mim.
— Estou envergonhada, Krampus... — sussurrei, desviando o olhar.
— Não precisa ficar. — Ele murmurou, sua voz baixa e reconfortante.