DAMON
Estávamos sentados no consultório médico, com minha linda bebê deitada na cama, sua mãozinha apertando a minha. A outra mão repousava sobre a barriga, como se ela já estivesse protegendo nossos bebês.
Eu já estava puto porque aquele médico estava demorando muito, e eu conseguia sentir a energia nervosa da Joyce. Suas unhas cravando na minha pele, sua respiração irregular.
Inclinei-me e beijei a lateral da cabeça dela.
— Amor, você está bem?
Ela assentiu, mas eu não estava convencido. El