A penumbra do quarto era aconchegante, Guilherme e Tábata estavam deitados, abraçados, o calor dos corpos misturava-se ao som das respirações compassadas. Tábata suspirou, ainda pensando no telefonema recebido de manhã. Guilherme percebeu a inquietação e afagou seus cabelos com a ponta dos dedos.
— O que foi, amor? — perguntou ele, a voz baixa e suave.
Ela hesitou por um instante antes de responder, sua mão acariciando distraidamente o braço dele.
— Estive pensando no que você disse sobre algo