Alerrandro foi levado para o hospital particular de São Rafael da Luz. Onde erguia-se imponente no coração de São Paulo, com sua fachada de vidro espelhado refletindo o céu nublado da tarde. O saguão principal exalava um aroma sutil de antisséptico e lavanda, e o som ritmado dos passos pelo piso de mármore polido. Enfermeiros passavam com pranchetas em mãos, enquanto pacientes e acompanhantes aguardavam em cadeiras de couro claro, sob a luz fria dos painéis de LED.
— Como ele está, doutor!?...