A sala estava mergulhada em uma penumbra suave. O relógio marcava pouco depois das dez da noite, e o cansaço parecia pesar sobre cada um deles. Abigail, encolhida no sofá, havia finalmente adormecido. O rosto sereno contrastava com a turbulência que havia dominado o dia. Seu peito subia e descia lentamente, os cabelos caíam em desalinho sobre o rosto, e por um instante, o ambiente pareceu respirar alívio.
Luiza ajeitou uma manta sobre ela, com a delicadeza de quem protegia algo precioso. Marcos