Gato preto
Quando eu ameaço fincar, ela chuta minha mão, me fazendo soltar o canivete, bem na hora que eu tomo mais um soco dele.
Bin — Tá achando que ainda pode me matar seu maldito? Tu vai se fuder! _ Ele me agarra pelo pescoço, me enforcando com força.
Começo a engasgar, sentindo o sangue se acumular na garganta, quente e pesado.
Luara — Marlon, por favor! Não mata ele aqui, eu tô te implorando… _ Ela suplica com voz de choro, puxando ele pelo ombro, mas ele não sai de cima de mim, p