É mentira! (III)

A morte do filho que eu não conheci me dilacerou.

Eu estava suado, ofegante, com as mãos tremendo e o corpo inteiro dolorido. Mas eu ainda tinha forças para destruir quem me destruiu.

Saí cambaleando. Subi direto para o escritório. Aayush me acompanhou, em silêncio, com a cabeça baixa. Ele me conhecia mais do que eu mesmo.

Entrou segundos depois de mim. Olhou minhas mãos feridas, minha expressão. Mas não

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