Saudades (II)

Quando encontrei o riso alto na casa, soube que algo estava errado. Davi era uma criança tranquila. E até no riso era contido.

Fui até a sala principal e ele estava no tapete da sala, empurrando um carrinho de brinquedo com concentração absoluta.

Amanza estava sentada no chão com ele, rindo alto demais, tocando-o em excesso, desempenhando um papel no qual nunca foi boa: o de mãe.

A cena era quase bonita. Quase! Porque era m

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