Mundo ficciónIniciar sesiónAli éramos objetos que existiam para ser usados, para satisfazer os alunos mais velhos e muitas vezes os próprios cuidadores. As celas daquele lugar não eram só o aço. Eram muito mais. Eram invisíveis. E eternas.
Se me pegassem teriam duas opções: me matar ou morrer. O código interno de ética não permitia nenhuma das coisas. O fato de ser “estranho” e sempre envolvido em problemas, de alguma forma







