— Está pensando no que? — Zadock perguntou, como se sutis sinais no meu rosto me entregassem.
— Primeiramente, estou pensando no quanto é bom pensar... e isto você não pode tomar de mim, tampouco invadir minha mente. Segundo, em quanto tempo vou me arrepender — mordi o lábio até sentir o gosto metálico do sangue, tamanha raiva que eu senti.
— O arrependimento faz parte da educação — disse, seco. — E você já começou a aprender.
Apelidou-me sem cerimônia: “Derringer”, murmurou, num tom de desprez