Romeo Esposito
O cheiro de morte e sangue no galpão era o mesmo desde a primeira execução que fiz aqui. Não adiantava meus soldados lavarem o lugar todas as vezes que o usava-mos esse era um tipo de cheiro que tinha memoria e quanto mais mortes ocorriam ali, mais aquela essência sobria se impregnava naquelas paredes.
Eu gostava daquela atmosfera, gostava do cheiro e da energia obscura que se instaurou ali, esse é o abtar natural do meu eu psicopata que sente prazer em ver as suas vitimas implo