Sara sentiu uma sensação estranha no peito. Desta vez ele não teve medo, não teve medo como das outras vezes em que as pessoas que amava estavam em risco.
Naquele momento ele sentiu raiva, sentiu muita raiva, uma raiva cegante e penetrante que apunhalou seu coração e seu estômago.
Suas mãos tremiam, ele pegou o quadro com a fotografia que ameaçava a vida de seus filhos e jogou-o com força contra a parede. O vidro quebrou em mil fragmentos. Ele pegou a carta, rasgou-a e jogou-a no lixo.
Emilia