Rosário
Quando Alejandro deitou a cabeça no colchão, ainda ofegante, e pediu com aquela voz rouca para que eu o soltasse, eu apenas sorri. Um sorriso lento, vitorioso. Eu não tinha passado uma semana inteira sentindo falta do meu marido para encerrar a noite tão rápido. Aquela noite era minha. O homem que comandava a fronteira com mão de ferro agora estava sob o meu total controle.
Ignorei o pedido dele. Em vez disso, joguei minhas pernas por cima do seu quadril largo, subindo no seu colo.