Acordei antes do despertador, ainda apoiada sobre o peito de Rafael. Durante a noite, a distância cuidadosa que deixamos entre nossos corpos desaparecera sem que nenhum dos dois percebesse. Minha perna estava entrelaçada à dele, e a mão de Rafael permanecia aberta sobre minhas costas, mas o contato não tinha a intimidade impaciente de outras manhãs. Parecia apenas a confirmação silenciosa de que eu havia voltado. Fiquei imóvel por alguns minutos, ouvindo sua respiração e tentando descobrir se e