Capítulo 18. Perfeita

Seus olhos, intensos, percorreram meu corpo deitado diante dele como um banquete. Um sorriso curvou seus lábios.

E antes que a vergonha pudesse me consumir totalmente, ele começou sua jornada pelo lugar mais inesperado: meus pés.

Com uma mão firme, ele envolveu meu calcanhar, erguendo meu pé lentamente.

— Perfeita dos pés a cabeça — sussurrou, mais para si mesmo do que para mim.

Seus lábios, macios, pressionaram uma carícia quente no osso do meu tornozelo. Estremeci, uma sensação estranha e deliciosa percorrendo minha perna.

— Está tensa, coelhinha? — perguntou, sua voz um murmúrio sedoso.

— Um pouco — confessei, minha voz saindo trêmula.

— Relaxa. Deixa comigo.

Ele prosseguiu, beijando a arcada do meu pé, o que fez com que me contorcesse, sensível, mas ele não desistiu.

— Patrick... isso é... tão estranho.

— Estranho bom ou ruim? — questionou, beijando meu pé.

— Bom — suspirei, ofegan
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