Capítulo 17. Por favor, coelhinha?
Ele beijou meus lábios como se fosse a primeira e a última vez. Me entreguei àquela sensação, meu corpo respondendo com um calor que me envergonhava e me excitava ao mesmo tempo.
Caímos juntos sobre a cama, rolando de leve em uma confusão de membros e roupas. Um riso contido escapou de meus lábios, imediatamente abafado pela sua mão grande e quente.
— Shhh… quieta, coelhinha — sussurrou, seu hálito quente contra minha orelha, fazendo-me estremecer. — Seus tios vão nos ouvir no andar de baixo.