Capítulo 17. Por favor, coelhinha?

Ele beijou meus lábios como se fosse a primeira e a última vez, me entreguei àquela sensação, meu corpo respondendo com um calor que me envergonhava e me excitäva ao mesmo tempo.

Caímos juntos sobre a cama, rolando de leve em uma confusão de membros e roupas. Um riso contido escapou de meus lábios, imediatamente abafado pela sua mão grande e quente.

— Shhh… quieta, coelhinha — sussurrou, seu hálito quente contra minha orelha, fazendo-me estremecer. — Seus tios vão nos ouvir no andar de baixo. Você quer que eu seja linchado pelo tio Miguel?

A imagem do tio Miguel, vermelho de raiva, foi o suficiente para eu morder meu lábio, sufocando a risada que insistia em vir. Meus olhos devem ter ficado arregalados, porque Patrick sorriu, um daqueles sorrisos tortos que faziam meu estômago dar voltas. Ele usou meu momento de distração a seu favor. Voltou a me beijar, mas seu trajeto mudou. Deixou minha boca, seus lábios encontraram a linha de meu maxilar, depois a puls
Continue lendo este livro gratuitamente
Digitalize o código para baixar o App
Explore e leia boas novelas gratuitamente
Acesso gratuito a um vasto número de boas novelas no aplicativo BueNovela. Baixe os livros que você gosta e leia em qualquer lugar e a qualquer hora.
Leia livros gratuitamente no aplicativo
Digitalize o código para ler no App