O sorriso da criatura foi sutil, quase imperceptível, mas carregado de algo indecifrável. Seus olhos brilhavam com um tom dourado, refletindo a luz fraca que penetrava no santuário. Meu corpo ficou rígido, meu instinto oscilando entre medo e fascínio.
O Alpha, sempre pronto para o combate, não abaixou sua lâmina.
— Quem é você? — Sua voz saiu firme, sem hesitação.
A criatura piscou lentamente, como se estivesse despertando de um sono profundo. O líquido dentro da cápsula começou a borbulhar, e