Capítulo 22. A fofoca se espalha
Os dias passavam rápido entre cuidar das crianças e ir para a faculdade. Tentava não demonstrar o quanto estava cansada, vivendo à base de café e energético. Porém, esse nem era o maior problema, porque outra questão tirava meu sono: eu podia sentir que a história da Beatriz tinha se espalhado. Não apenas o motorista me olhava estranho, como Carmem e Tânia passavam mais tempo aos cochichos.
Tentei ignorar, mas até o jardineiro — que vinha uma vez por semana — também me olhava. Ou eu estava paran