Elizabeth mantinha os braços cruzados, mas não em defesa, era mais uma tentativa de conter o nervosismo. Seus olhos estavam fixos em Theodoro, que permanecia de pé, rígido, com o maxilar travado.
— Você acha que minha mãe não é uma boa avó e que não sabe dar um amor maternal para meu filho?
Elizabeth respirou fundo antes de continuar, escolhendo as palavras com cuidado.
— Não foi isso que eu quis dizer... mas ele sente falta de uma mãe. Isso é evidente. Ele está tentando lidar com isso do jeito