Kerem voltou ao galpão quando a noite já estava profunda e silenciosa. A porta rangeu baixo ao ser aberta. Ele entrou devagar, os passos leves para não acordar o pai, que dormia em um quarto improvisado nos fundos. Luz estava acordada, os olhos fixos na escuridão, o corpo dolorido pelas horas amarrada.
Ele se aproximou sem dizer nada. Ajoelhou-se na frente dela, os dedos tremendo levemente ao tocar as cordas nos pulsos. Afrouxou os nós com cuidado, um por um. As fibras ásperas se soltaram devag