O tiro ecoou no píer. O corpo do homem desfigurado tombou para o lado, os olhos ainda abertos em choque. Kerem ficou parado por um segundo, com a arma na mão trêmula. Depois, como se toda a força o tivesse abandonado de uma vez, os joelhos dobraram. Ele caiu de joelhos na madeira úmida, o rosto pálido, os olhos fixos em Luz.
Ele tinha atirado no próprio pai.
— Kerem! — Luz gritou, correu em direção a ele e o segurou pelos ombros.
— Eu parei ele — murmurou Kerem, com a voz rouca. — Eu parei ele.