O caminho até o quarto foi rápido. Mas cada passo carregava um peso diferente agora. Não de medo. Mas de urgência. De devolver o que nunca deveria ter sido tirado.
Quando abriu a porta… Omar ainda estava parado. Como se o mundo tivesse congelado ao redor dele. Luna estava na cama. Com os olhos fixos nele. Esperando.
— Como ele está? — repetiu ela, com a voz fraca. — Por que não fala como o meu filho está?
Omar ainda não conseguia falar. Mas não precisou.
— Luna, eu e o Felipe fomos até a matern