— Que porra é essa?
Suspirei e olhei para a tatuagem no meu dedo anelar:
— Eu nunca lhe dei um anel.
— Então decidiu fazer um? — riu, com escárnio — acha mesmo que vou voltar para você porque tatuou a inicial do meu nome, que nem é com M, e uma maçã, eu vou ficar com pena de você e te perdoar? Você precisa muito mais que isso, Enzo.
— Isso me deixa feliz — eu ri — porque se eu preciso fazer mais que isso, significa que há uma chance, mesmo que remota.
— Não há chance, porra. Aceite.
— A tatuage