— Que me ama?
— Como você sabe? — brinquei, para deixar o momento menos tenso.
— Imaginei que ia tentar me convencer disso.
Eu ri:
— Não, eu não ia dizer isso. Você é bem convencida.
Maria Fernanda deu de ombros:
— Por mim, tanto faz.
— Eu só quero que saiba que eu fui o culpado de tudo que aconteceu com você e sou ciente disso. Te acusei de atentar contra a minha vida e a do meu filho, enquanto deixava que alguém atentasse contra a sua, sob os meus olhos, sob o meu teto. Então sim, Pietra boto