— Quem é você?! — o rugido de Dante sacudiu as paredes do quarto como se o teto pudesse desabar a qualquer momento.
Amélia tentou responder, mas o som que saiu de sua boca foi apenas um grito rasgado, agudo demais para ser humano. O corpo dela se arqueou sobre os lençóis, as mãos agarrando o próprio pescoço enquanto veias saltavam sob a pele que começava a ficar quente demais, vermelha demais. A marca recém-feita ardia como ferro em brasa, espalhando uma dor que ela jamais imaginou sentir. Não