O hospital da alcateia estava mais silencioso do que deveria depois de uma noite de caos. As curandeiras andavam de um lado para o outro com panos limpos, ervas e tigelas de água morna, examinando “Liana” com atenção, observando a coloração dos olhos, medindo pulsação e temperatura como se procurassem algum sinal óbvio que explicasse o impossível.
Dante permanecia ao lado, impaciente, o maxilar travado, a mão grande apertando a cabeceira da cama toda vez que uma delas murmurava algo baixo dema