Anton ficou parado no meio do quarto destruído, o cheiro de Liana ainda estava em tudo, nos lençóis revirados, no vidro quebrado, nas cortinas rasgadas e no chão onde ela tinha lutado antes de ser levada, mas o vínculo entre eles estava abafado, fraco, como um fio se quebrando. Ela estava viva, ele sentia isso, e os filhos também estavam, mas aquela certeza parecia pequena demais diante do silêncio que o Conselho havia colocado entre eles.
Mara estava ajoelhada no chão, recolhendo sangue de Lia