A segunda-feira amanheceu com uma suavidade rara, como se o próprio tempo tivesse decidido respirar mais devagar para me dar um momento só meu antes da tempestade linda do casamento.
Arthur notou minha inquietação ao café da manhã.
— Você está nervosa? — perguntou ele, servindo mais chá.
— Só… ansiosa — respondi, mexendo o açúcar na xícara sem beber. — Tudo está tão perfeito que tenho medo de acordar e descobrir que foi sonho.
Ele sorriu, aquele sorriso que sempre me fazia sentir em casa.
— Ent