No calor do momento...
Lucy
O som da porta batendo foi o sinal que eu precisava para finalmente desabar. Encostei as costas na madeira fria e escorreguei até sentar no chão, com o peito subindo e descendo num ritmo louco. Minhas mãos ainda tremiam e eu conseguia sentir o rastro do calor do Demétrio impregnado no meu corpo, como se ele ainda estivesse ali, me prensando contra a porta.
— Meu Deus... — sussurrei para o escuro do quarto, cobrindo o rosto com as mãos. — O que foi que eu fiz?
Eu não conseguia acreditar que