A caminhonete parou em frente à casa.
O motor ainda estava ligado.
Mas eu não desliguei imediatamente.
Fiquei alguns segundos olhando para a porta.
Respirando.
Como se aquele momento… precisasse de um segundo a mais antes de acontecer.
Ao meu lado, Alice já não estava parada.
Ela tinha se inclinado para frente.
Os olhos fixos.
O corpo inteiro em tensão.
Como se cada parte dela estivesse puxando na mesma direção.
— Ela está aí? — perguntou, a voz baixa, quase sem ar.
Asse