MIGUEL RODRIGUES
Quando finalmente chegamos ao hospital, a urgência toma conta de mim. Laura está nos meus braços, desacordada, e Hugo está no colo do meu segurança Mateus.
Ao chegar na entrada, grito euforicamente por ajuda.
— Alguém por favor! — olho para os lados, apavorado.
Olho para Laura que está fria, a respiração lenta, com uma mão passo meus dedos em seus cabelos e deixo uma lágrima cair em meu rosto.
— Por favor Laura, acorde, por favor. — imploro, com a voz vacilando.
Escuto passos