Miguel Rodrigues.
Dias seguintes.
Ao esperar por Rodolfo, que tem algumas informações para me passar, me sento em minha poltrona, em meu escritório e pego uma bebida que está na mesa central do cômodo.
Viro o líquido amargo guela a baixo e solto um suspiro fundo, apreciando a bebida.
Continuo tomando alguns goles, até ouvir o bater da porta.
— Pode entrar.
Rodolfo entra com sua maleta preta e um sorriso amarelo aparece em seus lábios.
Acho que ele não tem boas notícias.
— Se sente.— apon