— Acho que alguém está animado... — digo baixo, minha voz saindo trêmula, carregada pela adrenalina que ainda corre no meu sangue.
Lorenzo não fala nada. Ele não precisa. O silêncio dele é mais autoritário que qualquer ordem. Ele me conduz até a cama imensa e, com um movimento firme, me j**a de bruços. Meu corpo está dolorido, exausto de fugir e lutar, mas, por algum motivo obscuro, eu só queria permanecer ali. Eu queria ver até onde aquele monstro me levaria. Ouço o barulho metálico do cinto se