ARIEL MACEY
O ritmo de Nova York era constante.
Enquanto a Toscana me ensinou a respirar, a saborear o tempo como um vinho envelhecido, Manhattan exigia que eu engolisse o tempo cru, sem mastigar.
Caminhei pelo piso de concreto do que seria o showroom principal da Aria Botanicals na Quinta Avenida. O espaço ainda estava em obras, cheirando a tinta fresca, serragem e ambição. Operários caminhavam com escadas, arquitetos discutiam sobre a iluminação, e o barulho das furadeiras era a música de