Acordei com aquela sensação de estar sendo observada, mas de um jeito bom, sabe? Quando abri os olhos, lá estava ele. Leonardo, deitado de lado, cabeça apoiada na mão, me encarando como se tivesse encontrado seu programa matinal favorito.
— Por que não me chamou? — perguntei, ainda com a voz arranhada de sono.
Ele sorriu daquele jeito que me desmonta inteira.
— Porque eu amo acordar te olhando.
Pronto. Meu cérebro virou gelatina quente. E, sinceramente, eu nem tentei fingir maturidade.
Nos leva