O carro preto parou em frente ao prédio antes do amanhecer.
Dessa vez, não era coincidência.
Natália observou pela janela do quarto, o coração batendo firme, não acelerado. O medo já tinha passado da fase do choque. Agora era foco.
— Ele quer que a gente veja — disse, baixo.
Nicolas já estava ao telefone.
— Dois homens — informou. — Permaneceram por vinte minutos. Sem identificação.
— Segurança privada? — Natália perguntou.
— Não — ele