Natália assinou o documento com a mão firme.
Não houve aplausos. Nem discurso ensaiado.
Apenas o som da caneta tocando o papel e a sensação física de atravessar uma linha invisível.
— A partir de hoje — disse a representante da fundação —, você fala por você. E por muitos.
Natália assentiu. Sentia orgulho. Mas também medo. Porque aceitar significava parar de ser apenas reação… e passar a ser alvo.
A notícia saiu duas horas depois.
“Ex-babá assume p